Quando li essa frase pela primeira vez gostei muito dela. É a seguinte: “Casar é trocar a admiração de muitas pelas críticas de uma só”.
Hoje não gosto mais da mesma. Quer saber por que? É o seguinte:
“Portanto, alegre-se com a sua mulher, seja feliz com a moça com quem você casou, amorosa como uma corça, graciosa como uma cabra selvagem. Que ela cerque você com o seu amor, e que os seus encantos sempre o façam feliz! Filho, por que dar o seu amor a uma mulher imoral? Por que preferir os encantos da mulher de outro homem? Deus sabe por onde você anda e vê tudo o que você faz.” (Provérbios 5:18-21 NTLH)
Quem é que me aguenta quando não estou nos melhores dias? Quem é que lava e passa minhas roupas no maior capricho? E quem é que cozinha para mim? Inclusive é só eu comentar que estou com vontade de comer alguma coisa e na primeira oportunidade lá está o que eu queria. Quem sofre comigo nos meus fracassos? Quem é que me corrige (marcação cerrada) sempre que erro para que eu possa melhorar e crescer?
Por essas e outras mais é que dou um presente para a Denise todo dia 5, que é o nosso “mesversário”.
“A mulher virtuosa seu marido a louva, dizendo: Muitas mulheres procedem virtuosamente, mas tu a todas sobrepujas. Enganosa é a graça, e vã, a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa será louvada.” (Provérbios 31:28-30)
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domingo, 5 de dezembro de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
UM CORAÇÃO MAIOR DO QUE O TÓRAX
A Maura é a pedagoga do HC-UNICAMP. É loira, gosta de roupas bem alegres e muito, mas muito brilho mesmo. Suas bijuterias e jóias são enormes. Vive cercada pelas crianças e mães da pediatria. Sua sala é uma mistura de brinquedoteca, escritório e depósito. Uma bagunça.
A princípio o trabalho dela é acompanhar aquelas crianças que precisam ficar internadas ali por muito tempo e, para não perderem as lições, estudam, ali mesmo no hospital, a matéria enviada pela escola. Só que ela é tão bondosa que não se limita a isso.
Quando o apóstolo Paulo se encontrou com Pedro, Tiago e João, os “colunas” do cristianismo que dava seus primeiros passos, ele só recebeu uma recomendação:
“Recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres, o que também me esforcei por fazer.” (Gálatas 2:10)
Não estou querendo dizer que a Maura se lembra dos pobres, quero dizer que ela só pensa nos pobres! Para todo mundo que encontra ela pede ajuda para os necessitados: roupas, calçados, brinquedos, leite, alimentos, remédios, material de higiene pessoal. Foi assim que ela colocou televisão em todos os quartos da enfermaria de pediatria, e é assim que ela faz todos os anos festa no Dia das Mães, na Páscoa, no Dia das Crianças, no Natal e eventualmente no aniversário de uma criança. E socorre todos os que precisam de ajuda material, emocional e espiritual (ela é da Igreja Batista).
Quase todo dia eu a vejo trazendo da sua própria casa uma comida diferente e gostosa para alguém.
De duas uma: ou ela tem o tórax pequeno demais para um coração tão grande, ou tem dois corações.
Quando eu crescer quero ser como ela. Você não?
“E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos.” (Gálatas 6:9)
A princípio o trabalho dela é acompanhar aquelas crianças que precisam ficar internadas ali por muito tempo e, para não perderem as lições, estudam, ali mesmo no hospital, a matéria enviada pela escola. Só que ela é tão bondosa que não se limita a isso.
Quando o apóstolo Paulo se encontrou com Pedro, Tiago e João, os “colunas” do cristianismo que dava seus primeiros passos, ele só recebeu uma recomendação:
“Recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres, o que também me esforcei por fazer.” (Gálatas 2:10)
Não estou querendo dizer que a Maura se lembra dos pobres, quero dizer que ela só pensa nos pobres! Para todo mundo que encontra ela pede ajuda para os necessitados: roupas, calçados, brinquedos, leite, alimentos, remédios, material de higiene pessoal. Foi assim que ela colocou televisão em todos os quartos da enfermaria de pediatria, e é assim que ela faz todos os anos festa no Dia das Mães, na Páscoa, no Dia das Crianças, no Natal e eventualmente no aniversário de uma criança. E socorre todos os que precisam de ajuda material, emocional e espiritual (ela é da Igreja Batista).
Quase todo dia eu a vejo trazendo da sua própria casa uma comida diferente e gostosa para alguém.
De duas uma: ou ela tem o tórax pequeno demais para um coração tão grande, ou tem dois corações.
Quando eu crescer quero ser como ela. Você não?
“E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos.” (Gálatas 6:9)
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
ALBERT SCHWEITZER
Quem primeiro falou dele para mim foi meu amigo e irmão Klaus (o Klaus é um desses amigos que estimulam o pensar). Depois foi uma citação do Rubem Alves (o Rubem Alves é um desses autores que estimulam o pensar). Daí a curiosidade me fez pesquisar sua vida na INTERNET.
Esse homem, Albert Schweitzer, foi fantástico. Muitas vezes os escritores me levam a admirá-los por seus escritos, e depois me empolgam por suas vidas. Com Schweitzer foi ao contrário. Na minha pesquisa achei bastante coisa escrita por ele, mas, de propósito, quis escrever primeiro esse texto sobre sua vida, para depois ler o que ele registrou no papel.
Albert Schweitzer foi teólogo, filósofo, escritor (recebeu o Prêmio Goethe de Literatura), músico, especialista em Bach, exímio fabricante de órgãos, médico e recebeu, merecidamente e não como uns e outros por aí, o Prêmio Nobel da Paz.
De repente ele largou tudo e foi, junto com a mulher, trabalhar com os necessitados do interior da África. Quando digo necessitados, quero dizer os mais miseráveis mesmo.
Aí surge uma pergunta: o que leva um homem que tem sucesso e capacidade em tantas áreas, o que o leva, repito, a largar tudo e se enfiar literalmente no meio do mato para servir aos outros? Ele tinha a glória aos olhos dos homens e não se importava com isso, pois conhecia a Deus:
“Mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me conhecer e saber que eu sou o SENHOR e faço misericórdia, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o SENHOR.” (Jeremias 9:24)
Pode ser que quando eu acabar de publicar esse texto e for ler o que Schweitzer escreveu eu me decepcione, mas não faz mal, seu exemplo de vida já me edificou. Ele largou tudo e foi, sacrificialmente, servir aos outros. Aprendi recentemente a não questionar a Deus sobre as enormes desigualdades e injustiças que acontecem no mundo, pois pode ser que Deus se vire para mim e responda: “É verdade, Xyko, é revoltante essa situação, e o que VOCÊ vai fazer a respeito?”. Eu disse que Ele “pode” me questionar assim? Digo melhor: Ele VAI fazer isso. Mais cedo ou mais tarde.
Esse homem, Albert Schweitzer, foi fantástico. Muitas vezes os escritores me levam a admirá-los por seus escritos, e depois me empolgam por suas vidas. Com Schweitzer foi ao contrário. Na minha pesquisa achei bastante coisa escrita por ele, mas, de propósito, quis escrever primeiro esse texto sobre sua vida, para depois ler o que ele registrou no papel.
Albert Schweitzer foi teólogo, filósofo, escritor (recebeu o Prêmio Goethe de Literatura), músico, especialista em Bach, exímio fabricante de órgãos, médico e recebeu, merecidamente e não como uns e outros por aí, o Prêmio Nobel da Paz.
De repente ele largou tudo e foi, junto com a mulher, trabalhar com os necessitados do interior da África. Quando digo necessitados, quero dizer os mais miseráveis mesmo.
Aí surge uma pergunta: o que leva um homem que tem sucesso e capacidade em tantas áreas, o que o leva, repito, a largar tudo e se enfiar literalmente no meio do mato para servir aos outros? Ele tinha a glória aos olhos dos homens e não se importava com isso, pois conhecia a Deus:
“Mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me conhecer e saber que eu sou o SENHOR e faço misericórdia, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o SENHOR.” (Jeremias 9:24)
Pode ser que quando eu acabar de publicar esse texto e for ler o que Schweitzer escreveu eu me decepcione, mas não faz mal, seu exemplo de vida já me edificou. Ele largou tudo e foi, sacrificialmente, servir aos outros. Aprendi recentemente a não questionar a Deus sobre as enormes desigualdades e injustiças que acontecem no mundo, pois pode ser que Deus se vire para mim e responda: “É verdade, Xyko, é revoltante essa situação, e o que VOCÊ vai fazer a respeito?”. Eu disse que Ele “pode” me questionar assim? Digo melhor: Ele VAI fazer isso. Mais cedo ou mais tarde.
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