quinta-feira, 23 de outubro de 2008

ESPIRITUALIDADE VIRTUAL

Sempre com as melhores das intenções, uma senhora de uma determinada Igreja convidou uma colega de serviço, não cristã e que passava por séria crise familiar, a ir ao Culto. É que o pastor ia iniciar uma série de estudos sobre relacionamento familiar. Ela aceitou entusiasmada o convite. Na sexta-feira, empolgada com o entusiasmo da convidada, aquela irmã comentou:
- Inclusive, se você quiser, na saída do culto tem para vender o CD com a mensagem gravada do sermão do dia.
- Tem? Ai que bom! Então eu não preciso ir. Toma o dinheiro e traga o CD para mim. Quanto é?
Ela não foi ao culto, não ouviu as gravações e não se converteu.
Uma pesquisa feita em Nova Iorque avaliou 3 tipos de pessoas: aquelas que frequentam o culto da sua Igreja no Templo, aquelas que o assistem pela TV ou INTERNET e aquelas que não assistem a culto nenhum. Aquelas que assistem pela mídia apresentaram o mesmo índice de incidência de depressão apresentado pelos que nem ao vivo nem eletronicamente cultuam a Deus! Quem vai à Igreja tem menos depressão.
Não sou contra a gravação e transmissão desses momentos especiais de adoração. É extremamente útil para quem por algum motivo (doença, por exemplo) REALMENTE não pode estar lá. Serve também para se rever o que foi dito. Mas tem que ser tida como uma opção última. É claro que eu sei que a pessoa pode estar ali apenas de corpo, com a alma e o espírito bem longe. Aí cabe a seguinte exortação:
“Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.” (João 4:24)
Além da óbvia vantagem da comunhão com os irmãos, a participação no Culto de corpo, alma e mente permite o usufruir de um momento sobrenatural.
“Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.” (Hebreus 10:25)

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