sábado, 24 de abril de 2010

DESDE MENINO

Eu estou só, deitado em um leito de hospital
Não consigo imaginar para alguém pior sorte
Tenho consciência de que, por dentro, me corrói um grande mal
E que dentro de dois minutos me encontrarei co´a morte.

Parentes e amigos, comigo não há ninguém
Todos devem pensar que é melhor que eu morra logo
Como eles, por que não confessar? Assim eu penso também
E vendo tudo isso, em lágrimas eu me afogo.

Mas antes... preciso acertar algo para o qual nunca tive calma
Como será que eu vou encarar... o Ser Divino?
Para onde será que... vai... a minha alma?
Por... que será que eu fui rebelde des...

Um comentário:

  1. Como não acreditar na misericórdia que tudo perdoa?
    Naquele que sempre teve pelas crianças amor divino,
    Principalmente agora que o anjo da morte sobrevoa,
    E eu bem sei que nunca deixei de ser menino...

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